A AE+ realizou nesta semana uma palestra lúdica voltada a famílias, com foco nos impactos do uso excessivo de telas na infância e na importância do brincar, do movimento e da convivência presencial. A atividade mostrou, de forma simples e prática, como o celular pode ser um aliado quando bem utilizado — ou tornar‑se prejudicial se substituir experiências fundamentais do desenvolvimento infantil.

De acordo com a direção da AE+ proposta foi dinâmica: além da exposição dos conceitos, mães e filhos participaram juntos de jogos e brincadeiras orientadas pela equipe da AE+. As atividades incluíram jogos de bola, dinâmicas em pequenos grupos e exercícios que estimulam a coordenação motora, a criatividade e a interação face a face.

Entre os resultados observados pela equipe multidisciplinar destacam-se:

– Envolvimento dos adultos: o engajamento das mães nas brincadeiras foi apontado como um elemento-chave para atrair as crianças para atividades presenciais, reduzindo o apelo das telas;

– Desenvolvimento social: as dinâmicas favoreceram a formação de equipes, a cooperação, a disciplina e a prática de competições saudáveis;

– Respeito ao ritmo infantil: todas as ações foram conduzidas com acolhimento e paciência, respeitando o tempo e os limites de cada criança.

A ação reforça a necessidade de equilibrar o tempo de tela com experiências reais e corporais, especialmente na primeira infância, quando brincadeiras e vivências sociais constroem habilidades motoras, emocionais e cognitivas. Ao envolver os responsáveis, a AE+ destacou que a mudança de hábito é mais eficaz quando a família participa ativamente do processo.

Próximos passos

Aa AE+, através de sua presidente Suelem Cristina Lima sinalizou a continuidade de atividades voltadas a famílias e crianças, com mais oficinas e encontros lúdicos para promover práticas saudáveis de uso de tecnologia e fortalecer laços comunitários.

Em tempos em que telas fazem parte do cotidiano, iniciativas como a da AE+ resgatam o valor do encontro, do jogo e do movimento — um empurrãozinho carinhoso para que crianças (e adultos!) descubram que brincar também é tecnologia de vida.

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