A reserva e o seu potencial de expansão colocam a ST George na vanguarda mundial da nova
geração de produtores de nióbio
A ST George divulgou o relatório com as análises detalhadas dos furos históricos, utilizadas para estimar os recursos minerais do Projeto Araxá, localizado em uma área de aproximadamente 226 hectares na cidade de Araxá, Minas Gerais. A aquisição do projeto foi concluída pela ST George em fevereiro de 2025 e inclui um depósito estimado em 280 mil toneladas de óxido de nióbio e 1,7 milhão de toneladas de óxido de terras-raras. A avaliação dos recursos minerais seguiu os rigorosos padrões internacionais do relatório JORC (Joint Ore Reserves Committee), validando a alta qualidade da reserva.
“Os resultados obtidos fortalecem o posicionamento da ST George nesse mercado, pois fornecem uma base sólida para o licenciamento, o planejamento da mina e as avaliações econômicas”, afirma John Prineas, diretor-presidente da ST George.
Segundo os dados do relatório JORC, a mineralização, com até 82.970 ppm (8,29%) de nióbio (Nb₂O₅) e 329.800 ppm (32,98%) de óxido de terras-raras, continua aberta em todas as direções, oferecendo potencial de expansão. “Com esses resultados de perfuração, o Projeto Araxá representa um dos depósitos de nióbio e terras-raras de alto teor do mundo”, ressalta Prineas.
A ST George segue com o processo de licenciamento e planeja o início das obras da mina para 2026, com a produção prevista para 2027.