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Cultura e Arte

Publicado em:02/07/2018
:: Cultura :: Planejamento Museológico é tema do 7° Encontro Regional de Museus. Entenda...
Profissionais de Araxá que atuam nos museus da cidade foram à Uberlândia para o evento promovido pela superintendência de Museus e Artes Visuais (SUMAV)

Encontro foi realizado na Universidade Federal de Uberlândia

A Administração Municipal, através da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB) foi representada na 7ª edição do Encontro Regional de Museus, que ocorreu na terça-feira, 26 de junho, na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O evento abrange municípios que fazem parte dos territórios de Desenvolvimento das regiões Triângulo Sul e Triângulo Norte. A supervisora de museus, Maria Angélica Torres Gotelip Barbosa (Tatá), e o monitor de museus e delegado da Triângulo Sul, Tancredo Borges Guimarães, participaram do encontro.

Cidades como Araxá, Capinópolis, Uberaba, Uberlândia, Patrocínio, Tupaciguara, Belo Horizonte, Ituiutaba, Ipiaçu e Estrela do Sul participaram do encontro que ocorre anualmente e, em 2018, vai integrar as ações de consolidação do Sistema Estadual de Minas Gerais realizado pelo governo do Estado.

A palestra proferida pela museóloga da Sumav, Polyana Lacerda orientou os participantes sobre o passo a passo para a elaboração do plano museológico, item obrigatório para os museus a partir da publicação do decreto 8124/2013 no Diário Oficial da União. Considerado como um diagnóstico completo de cada espaço que atua na busca, na conservação, no estudo e na exposição de objetos de interesse duradouro ou de valor artístico e histórico, o plano museológico já é aplicado nos cinco museus supervisionados pela Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB) – Museu Histórico Dona Beja, Museu Memorial de Araxá, Museu Calmon Barreto, Museu Sacro da Igreja São Sebastião e Centro de Referência da Cultura Negra.

Tatá explica que o plano museológico é uma ferramenta imprescindível para o desenvolvimento de todos os trabalhos desenvolvidos pelos museus inscritos no Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), estabelecendo a sua visão, a sua direção e os seus caminhos. "É um plano de ação que deve ser expressamente seguido para incrementar o trabalho dos museus. Tivemos muitos contatos com historiadores de diversas cidades no encontro que foi bastante positivo", completa a supervisora dos museus.